O que se come em uma semana

Não tenho certeza da veracidade da informação, mas não parece fora da realidade percebida. Infelizmente.

Dê uma olhada no tamanho da família, a dieta alimentar de cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa com comida, em 1 semana.

1 – Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares.

2 – Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte
Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dólares.

3 – Italia: Família Manzo da Secília
Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros /  $260.11 dólares.

4 – México: Família Casales de Cuernavaca
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares.

5 – Polônia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna
Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares.

6 – Egito: Família Ahmed do Cairo
Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares.

7 – Equador: Família Ayme de Tingo
Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares.

8 – Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey
Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares.

9 – Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares.

:(

Sobre Haqqaton


6 Respostas to “O que se come em uma semana”

  • Weskley Cotrim

    Se esquecermos os textos e focarmos nossa atenção apenas nas fotos, vamo perceber duas coisa:
    1. Nos paises mais desenvolvidos, os cidadãos consomem maior quantidade de de produtos industrializados, o que se reflete na capacidade de geração de empregos e continuidade do círculo virtuoso. Nos paises mais pobres a alimentação fica restrita a produtos agrícolas, provavelmente oriundo da agricultura familiar, que infelizmente tem capacidade limitada de geração de emprego e renda;
    2. Quem tem mais recursos consome uma série de produtos que poderiam ser considerados supérfluos.
    México, Polônia e Egito parecem, pelas fotos, ter a melhor dieta (rica em vegetais) e com um custo benefíco razoável.
    Não quero advogar pela distribução de bens dos ricos aos mais pobres. Mas se os mais ricos investissem parte dos seus recursos nos países mais pobres, não como capital de exploração, mas investimento com baixa taxa de lucro, as últimas fotografias poderiam, ao poucos, darem lugar a imagens como as do México, Polônia e Egito.
    Um abraço.

  • Henrique Baião

    Há algo de interessante nessas fotos, além da diferença da qualidade da alimentação e dos preços praticados nos diferentes países. Percebe-se que, de forma geral, quanto maior a renda, maior é o consumo de produtos industrializados de uma família de classe média.
    Isto resulta em uma grande produção de lixo doméstico, além da poluição produzida nas indústrias.
    Ao contrário do lixo produzido nas indústrias, lixo doméstico é doméstico, e afeta somente a população local, o que me lembra a crise do lixo de Nápoles, e me faz perguntar se as embalagens, ou ao menos os alimentos, são produzidas localmente. Lembrando que quando os alimentos e embalagens são produzidos localmente, então os consumidores sentem rapidamente e diretamente os efeitos da produção no ambiente, e de uma forma ou de outra pagam o preço real do produto.

  • Kamal

    Interessante, quanto menor a renda per capita, maior o “se virol” e menor a quantidade de opcoes… Nesse momento, pouco interessa a producao de lixo domestico, mas sim a manutencao da massa ativa e pensante. Devo concordar que eh algo perigoso…

  • Passageiro

    Uma realidade triste, é lamentável que o disperdicio em países ricos, daria para alimentar os países pobres.

  • Carlos Andrade.

    Essa realidade só endossa a minha teoria de que o homem sempre fala de natureza na terceira pessoa. Por isso na a respeita. Não age como um ser integrado a ela. É como se ele não fizesse parte do que é natural. Vide a comida dos mais ricos. Produtos modificados, industrializados demais. Mais colesterol ruim, gorduras, açucares, etc: Doenças. Penso que devemos nos alimentar da forma mais natural e equilibrada possível. E não é gastando mais que se consegue isso. Cuidar da natureza também é cuidar de nós mesmos. É nos respeitando dentro das nossas casas que chegaremos a respeitar as matas, as florestas, aos mares e aos rios, as montanhas e tal… Como os povos silvícolas o fazem. E bem! Não deve ser difícil!

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